Aqui você encontra as discutíveis opiniões do autor sobre os mais diversos assuntos, os quais ele nem sempre conhece mas mesmo assim dá pitacos.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
HOMENAGEM
Sobre o pouso aquático de emergência do A-320 da US Airwais no rio Hudson em Nova Iorque, tenho uma declaração a fazer. Praticamente todos os aviadores, de formação militar ou não, com os quais convivi e trabalhei nos meus anos de aviação civil são capazes de, e normalmente fariam, um pouso bem sucedido nas mesmas condições. Não quero minimizar o feito do piloto Chelsey B. Sullenberger, considerado herói pelos americanos, quero apenas homenagear os pilotos brasileiros que conheço, pelo profissionalismo e experiência aliados ao grande amor e dedicação ao que fazem. Vinte de janeiro, aniversário da criação do Ministério de Aeronáutica é uma data bem adequada e oportuna para lembrarmo-nos destes nossos anônimos heróis tupiniquins. JAIR. Floripa, 19 de janeiro de 2009.
4 comentários:
Anônimo
disse...
Criatura, acho que tua colocação é no minino tempestiva e oportuna, pois e tu melhor do eu sabes, que na aviação brasileira muitas vezes a aeronave só chega porque o piloto tem talento e garra, nossa esquadrilh da fumaça, bota qualquer " Blue Angels" no bolso. Quanto aos americanos " cultura que muito admiro" tem uma nessecidade imensa de herois, independente de serem verdadeiros ou não,basta ver a recepção que os dois pilotos do Legacy receberam ao la chegar. PS. se os comissarios tivessem acionado aquela esteiras inflaveis nas saidas de emergência, acredito que teria sido de grande valia em caso de uma asa se romper, e dai adeus heroi. Fabio
Caro Jair: Eu também sei de pilotos muito bons que nós tivemos e ainda devemos ter por aqui, e, há alguns anos, voar em determinadas condições (péssimas) e lugares era uma verdadeira aventura, nos saudosos Douglas, Catalinas, Beechs e outros dinossauros voadores. Mas, convém lembrar que, segundo consta, o referido piloto ainda voltou duas vezes ao interior da aeronave, para se certificar de que não havia deixado ninguém para trás. Fato compreensível, sendo um ex-militar, mas não menos meritório do que o pouso em si. Quanto a nós, viver num país como o nosso as vezes exige atos de heroismo quase todos os dias...
Concordo, a maioria dos aviadores, sob tais condições favoráveis (sem tráfego aéreo, náutico -barcas, potência disponivel na mesma proporção,na mesma altura, durante o dia, sem camada-nuvens coladas a superficie, peso e balanceamento dentro do padrão, etc...)teriam a mesma capacidade.
Mais uma vez este escritor que se diz simples beletrista, dá uma passeio nos temas mais variados e, para nossa satisfação, com grande competência. “Crônicas esparsas” constitui uma coletânea de textos já publicados em “Um blog que pensa”, mas que nem por isso deixa de ser um repositório variado e interessante das opiniões de Jair Lopes sobre quase tudo. Ler este livro é passear pelo Universo observando com os olhos do escritor, vale a pena. O Editor. Pedidos para oveque@hotmail.com R$ 30,00 mais despesas de envio.
Casado com a mesma mulher há mais de trinta anos, dois filhos, evolucionista empedernido, alfabetizado, aeronauta, curioso, leitor compulsivo, beletrista diletante, sintético, cético, ético, estético, poético, eclético, peripatético, meio hermético, pouco fonético, as vezes profético, nunca frenético, gosto da natureza, história e arte.
4 comentários:
Criatura,
acho que tua colocação é no minino tempestiva e oportuna, pois e tu melhor do eu sabes, que na aviação brasileira muitas vezes a aeronave só chega porque o piloto tem talento e garra, nossa esquadrilh da fumaça, bota qualquer " Blue Angels" no bolso. Quanto aos americanos " cultura que muito admiro" tem uma nessecidade imensa de herois, independente de serem verdadeiros ou não,basta ver a recepção que os dois pilotos do Legacy receberam ao la chegar.
PS. se os comissarios tivessem acionado aquela esteiras inflaveis nas saidas de emergência, acredito que teria sido de grande valia em caso de uma asa se romper, e dai adeus heroi.
Fabio
Caro Jair:
Eu também sei de pilotos muito bons que nós tivemos e ainda devemos ter por aqui, e, há alguns anos, voar em determinadas condições (péssimas) e lugares era uma verdadeira aventura, nos saudosos Douglas, Catalinas, Beechs e outros dinossauros voadores. Mas, convém lembrar que, segundo consta, o referido piloto ainda voltou duas vezes ao interior da aeronave, para se certificar de que não havia deixado ninguém para trás. Fato compreensível, sendo um ex-militar, mas não menos meritório do que o pouso em si.
Quanto a nós, viver num país como o nosso as vezes exige atos de heroismo quase todos os dias...
Conheco um aviador que passou por situacao muito pior....
Um abracao do teu filho!!!
Concordo, a maioria dos aviadores, sob tais condições favoráveis (sem tráfego aéreo, náutico -barcas, potência disponivel na mesma proporção,na mesma altura, durante o dia, sem camada-nuvens coladas a superficie, peso e balanceamento dentro do padrão, etc...)teriam a mesma capacidade.
Postar um comentário